Cada vez mais eu acho que esse trabalho deve ser relativo à um encontro. À criação de um momento de encontro entre a platéia e o samurai. E que isto deve ser o mais importante. Mais importante do que um ato performático egoísta, esquecido do outro que está ali.
A questão é, como promover e aprofundar esse encontro.
Não sei.
De qualquer maneira, hoje aconteceu um. Entre eu e esse menino da foto, quando falaram a entrada do samurai, seus olhos brilharam. E ficou ali, disponível. Lhe entreguei o pandeiro para me acompanhar, e depois brinquei rápido de espada. Foi bacana. Momento de encontro.
